HONRAR OS ANCESTRAIS  NA DOR ETERNA

Ontem no caminho de tantas lutas, resistência, combates contra os anti-democráticos, golpistas constitucionais e corruptos, William Tonet, cumpriu, inconformado, a primeira fase do encerramento do óbito do seu quarto filho, Nvunda Tonet.

No 30º dia desde a sua prematura partida, a família reuniu-se no espírito da fé cristã e da cultura e tradição Bantu-angolana.

Durante esse período a tradição impõe aos progenitores uma severa abstinência e recolhimento espiritual, que impediu o nosso director de poder trabalhar e emprestar qualquer serventia cívica activa.

Muitos não cumprem. O chefe indígena não abdica. Ele trilhar o que mandam os nossos anciãos inspirados pelos ancestrais.

Depois, numa cerimónia sublime, seguiu-se, regra geral, o banho da viúva, o corte de cabelo e as cinzas resultantes da queima dos objectos mais queridos do “de cujus”. Estas, depois são colocadas em potes e entregue aos filhos ou filhas de Nvunda Tonet e progenitores. Um rito. Uma cultura. Uma tradição que enaltece a nobreza dos povos e reinos de Angola.

Que a alma de Nvunda Tonet descanse em Paz.

Visitado 202 times, 1 visitas hoje

Artigos Relacionados

One Thought to “HONRAR OS ANCESTRAIS  NA DOR ETERNA”

Leave a Comment